A temporada de 2025 do Campeonato Brasileiro tem sido marcada por uma série de lesões que vêm preocupando técnicos, torcedores e profissionais da saúde esportiva. Em meio a um calendário apertado, viagens longas e jogos de alta intensidade, os jogadores têm sentido o impacto físico mais cedo do que o esperado. Diversos clubes já enfrentam problemas para manter o elenco principal em campo, o que tem influenciado diretamente nos resultados.
O aumento no número de lesões em 2025 também reacende o debate sobre a preparação física dos atletas, a estrutura dos departamentos médicos dos clubes e até a organização do futebol brasileiro como um todo. Com muitos jogos sendo disputados em gramados de baixa qualidade e com intervalos reduzidos, a recuperação dos jogadores se torna um desafio constante para as comissões técnicas.
Neste artigo, listamos os 20 jogadores da Primeira Divisão Brasileira mais atingidos por lesões em 2025. A seleção foi feita com base em informações divulgadas pelos clubes, boletins médicos, e acompanhamento da imprensa esportiva. Confira quem são os atletas que mais desfalcam suas equipes por motivos médicos nesta temporada.
1. Pedro (Flamengo)
Pedro foi um dos jogadores mais afetados por lesões em 2025. O atacante rubro-negro sofreu uma lesão muscular na coxa no início da temporada e, após sua recuperação, voltou aos gramados apenas para ser diagnosticado com uma entorse no tornozelo direito, o que o afastou por mais algumas semanas. A combinação de lesões musculares e articulares tem dificultado sua continuidade no time titular.
Além disso, a ausência de Pedro foi sentida nos momentos decisivos. O Flamengo enfrentou dificuldades ofensivas em jogos importantes, especialmente no início do Brasileirão, quando o centroavante estava fora de combate. Sua recuperação total ainda está sendo monitorada com cautela pelo departamento médico do clube.
As constantes pausas para tratamento também geraram debates entre os torcedores sobre a intensidade dos treinos e o excesso de jogos no calendário nacional. Pedro, que vinha sendo uma das peças-chave no ataque rubro-negro, se tornou símbolo do desgaste físico vivido pelos atletas em 2025.
2. Arboleda (São Paulo)
O zagueiro equatoriano Arboleda continua sofrendo com o histórico de lesões. Em 2025, ele já ficou afastado em três ocasiões diferentes: uma lesão na panturrilha, uma lombalgia e uma contusão no joelho. As recorrentes lesões limitaram sua participação no campeonato, fazendo com que o São Paulo tivesse que improvisar na defesa em diversas partidas.
A ausência de Arboleda comprometeu o sistema defensivo do Tricolor, que vinha apresentando boas atuações no início do ano. Sem ele, o time sofreu mais gols e precisou alterar sua forma de jogar, apostando em esquemas com três zagueiros ou volantes improvisados na zaga.
A situação do jogador reacende a discussão sobre a necessidade de reforços para o setor defensivo e de um trabalho preventivo mais eficaz. Arboleda, que é um dos líderes do elenco, ainda luta para se manter em forma e voltar a ser uma peça confiável no time titular.
3. Gustavo Scarpa (Atlético-MG)
Gustavo Scarpa, um dos reforços de destaque do Galo para 2025, enfrentou uma série de contratempos físicos logo após sua chegada. O meia teve uma lesão muscular na posterior da coxa, seguida de um problema no púbis que exigiu tratamento prolongado e até cogitação de cirurgia. Isso atrasou sua adaptação ao elenco e frustrou a torcida.
Mesmo após o retorno aos gramados, Scarpa demonstrou dificuldades em manter a intensidade e o ritmo de jogo. Em várias partidas, precisou ser substituído ainda no primeiro tempo por precaução. A comissão técnica passou a dosar seus minutos em campo, o que limitou sua influência nas partidas do Atlético.
O caso de Scarpa é um exemplo de como lesões mal curadas ou tratadas com pressa podem comprometer o desempenho de atletas de alto rendimento. O Galo investiu alto no jogador, mas ainda não conseguiu usufruir plenamente de sua qualidade técnica por conta das questões físicas.
4. Gabriel Mercado (Internacional)
O experiente zagueiro argentino Gabriel Mercado enfrentou uma das lesões mais graves da temporada: a ruptura do ligamento cruzado anterior. A contusão ocorreu durante um treino no início do ano, exigindo cirurgia e afastamento prolongado dos gramados. Sua ausência impactou significativamente a defesa do Internacional, que teve que se reorganizar sem seu líder defensivo.
A recuperação de Mercado tem sido acompanhada de perto pelo departamento médico colorado, que adota uma abordagem cautelosa para garantir seu retorno em plena forma. A previsão é que o zagueiro esteja apto para voltar aos treinos no segundo semestre, dependendo da evolução de sua reabilitação.
A lesão de Mercado destaca a importância de programas de prevenção e fortalecimento muscular, especialmente para jogadores veteranos que enfrentam maior risco de contusões graves.
5. Bruno Gomes (Internacional)
O meio-campista Bruno Gomes também sofreu uma ruptura do ligamento cruzado anterior, coincidindo com a lesão de seu companheiro de equipe, Gabriel Mercado. A dupla perda foi um duro golpe para o Internacional, que viu seu setor defensivo e de meio-campo desfalcado simultaneamente.
Bruno vinha se destacando como uma peça-chave na transição entre defesa e ataque, e sua ausência exigiu adaptações táticas por parte do técnico. O clube teve que recorrer a jogadores da base e a contratações emergenciais para suprir a lacuna deixada pelo volante.
A recuperação de Bruno Gomes segue o protocolo padrão para lesões ligamentares, com foco na fisioterapia intensiva e fortalecimento muscular. O Internacional espera contar com seu retorno para a reta final do Brasileirão.
6. Matías Viña (Flamengo)
O lateral-esquerdo uruguaio Matías Viña enfrentou uma temporada complicada, marcada por múltiplas lesões no joelho. Em 2025, ele sofreu uma entorse grave que o afastou dos gramados por várias semanas, comprometendo sua sequência de jogos e desempenho.
A ausência de Viña obrigou o Flamengo a improvisar na lateral esquerda, utilizando jogadores de outras posições para suprir a falta. Essa instabilidade afetou o equilíbrio defensivo da equipe, que sofreu mais gols pelo setor durante sua ausência.
O departamento médico rubro-negro tem adotado uma abordagem conservadora na recuperação de Viña, priorizando sua plena recuperação antes do retorno às atividades intensas. A expectativa é que ele retorne em breve, reforçando a defesa do Flamengo na segunda metade da temporada.
7. Bastos (Botafogo)
O zagueiro Bastos, do Botafogo, também enfrentou problemas no joelho em 2025. Uma lesão ligamentar o afastou por um período considerável, desestabilizando a defesa alvinegra. Sua ausência foi sentida especialmente em jogos decisivos, onde a experiência do defensor poderia ter feito a diferença.
Durante sua recuperação, o Botafogo teve que ajustar seu sistema defensivo, promovendo jovens zagueiros da base e adaptando volantes à posição. Essas mudanças impactaram o desempenho da equipe, que sofreu mais gols na ausência de Bastos.
A previsão é que o zagueiro retorne aos treinos nas próximas semanas, após completar o ciclo de fisioterapia e condicionamento físico. Sua volta é aguardada com expectativa pela comissão técnica e torcedores.
8. Germán Cano (Fluminense)
O atacante Germán Cano, do Fluminense, enfrentou uma série de lesões em 2025, incluindo entorses no joelho e no pé direito. Essas contusões o afastaram dos gramados por períodos significativos, interrompendo sua sequência de jogos e afetando seu desempenho.
Cano, que vinha de temporadas artilheiras, teve dificuldades para retomar seu ritmo habitual. O jejum de gols e as ausências em partidas importantes impactaram o setor ofensivo do Fluminense, que precisou buscar alternativas para suprir a falta de seu principal goleador.
Após um período de recuperação e preparação física intensiva, Cano retornou aos gramados, buscando recuperar sua forma e contribuir para a equipe na reta final da temporada.
9. Paulo Henrique Ganso (Fluminense)
O meia Paulo Henrique Ganso enfrentou uma condição médica rara em 2025: uma miocardite, inflamação no músculo do coração. Diagnosticado durante a pré-temporada, Ganso foi afastado das atividades físicas por várias semanas, seguindo recomendações médicas rigorosas.
Sua ausência foi um golpe para o meio-campo do Fluminense, que perdeu sua principal referência criativa. A equipe teve que adaptar seu estilo de jogo, buscando alternativas para suprir a falta de Ganso.
Após um período de recuperação e monitoramento cardíaco, Ganso retornou aos gramados em abril, retomando gradualmente sua participação nas partidas e contribuindo para o desempenho do Fluminense.
10. William (Cruzeiro)
O lateral-direito William, do Cruzeiro, sofreu uma lesão muscular no início de 2025, que o afastou de várias partidas importantes. Sua ausência foi sentida na defesa da equipe, que perdeu uma de suas principais peças no setor.
Durante sua recuperação, o Cruzeiro teve que improvisar na lateral-direita, utilizando jogadores de outras posições para preencher a lacuna. Essas mudanças impactaram o desempenho defensivo da equipe, que enfrentou dificuldades em jogos decisivos.
Após um período de tratamento e recondicionamento físico, William retornou aos gramados, buscando recuperar sua forma e contribuir para a equipe na sequência da temporada.
11. Erick (Athletico-PR)
O meio-campista Erick, do Athletico-PR, enfrentou uma lesão muscular em 2025, que o afastou de diversas partidas. Sua ausência foi um desafio para o meio-campo da equipe, que perdeu uma de suas peças-chave na transição entre defesa e ataque.
Durante sua recuperação, o Athletico-PR teve que ajustar seu esquema tático, promovendo jogadores da base e adaptando o estilo de jogo para compensar a falta de Erick. Essas mudanças impactaram o desempenho da equipe, que enfrentou oscilações nos resultados.
Erick retornou aos treinos após completar o ciclo de fisioterapia e recondicionamento físico, sendo gradualmente reintegrado ao elenco principal. Sua volta é considerada fundamental para o equilíbrio do meio-campo do Athletico-PR.
12. Rodrigo Caio (Grêmio)
O zagueiro Rodrigo Caio, do Grêmio, enfrentou uma série de lesões em 2025, incluindo problemas musculares e articulares. Essas contusões o afastaram dos gramados por períodos prolongados, comprometendo sua sequência de jogos e desempenho.
A ausência de Rodrigo Caio foi um desafio para a defesa do Grêmio, que teve que buscar alternativas para suprir a falta de seu experiente defensor. A equipe enfrentou dificuldades em jogos importantes, sofrendo gols em momentos decisivos.
Após um período de recuperação e recondicionamento físico, Rodrigo Caio retornou aos gramados, buscando retomar sua forma e contribuir para a equipe na reta final da temporada.
13. Luan (Corinthians)
O meia-atacante Luan, do Corinthians, enfrentou lesões musculares em 2025, que o afastaram de várias partidas. Sua ausência foi sentida no setor ofensivo da equipe, que perdeu uma de suas principais opções criativas.
Durante sua recuperação, o Corinthians teve que ajustar seu esquema tático, promovendo jogadores da base e adaptando o estilo de jogo para compensar a falta de Luan. Essas mudanças impactaram o desempenho da equipe, que enfrentou oscilações nos resultados.
Luan retornou aos treinos após completar o ciclo de fisioterapia e recondicionamento físico, sendo gradualmente reintegrado ao elenco principal. Sua volta é considerada fundamental para o setor ofensivo do Corinthians.
14. Diego Costa (Atlético-MG)
O atacante Diego Costa, do Atlético-MG, enfrentou lesões musculares em 2025, que o afastaram de diversas partidas. Sua ausência foi um desafio para o ataque da equipe, que perdeu uma de suas principais referências ofensivas.
Durante sua recuperação, o Atlético-MG teve que ajustar seu esquema tático, promovendo jogadores da base e adaptando o estilo de jogo para compensar a falta de Diego Costa.
15. Zé Rafael (Santos)
O meio-campista Zé Rafael, do Santos, enfrentou uma lesão na coluna em 2025, que o afastou dos gramados por um período significativo. Sua ausência foi sentida no meio-campo santista, que perdeu uma de suas principais peças na transição entre defesa e ataque.
Durante sua recuperação, o Santos teve que adaptar seu esquema tático, promovendo jogadores da base e ajustando o estilo de jogo para compensar a falta de Zé Rafael. Essas mudanças impactaram o desempenho da equipe, que enfrentou oscilações nos resultados.
Zé Rafael retornou aos treinos após completar o ciclo de fisioterapia e recondicionamento físico, sendo gradualmente reintegrado ao elenco principal. Sua volta é considerada fundamental para o equilíbrio do meio-campo do Santos.
16. Aderlan (Santos)
O lateral-direito Aderlan, também do Santos, sofreu uma ruptura do ligamento cruzado em 2025, uma das lesões mais graves enfrentadas por jogadores nesta temporada. A contusão exigiu cirurgia e um longo período de recuperação, afastando-o dos gramados por vários meses.
A ausência de Aderlan foi um desafio para a defesa santista, que perdeu uma de suas principais referências no setor. O clube teve que improvisar na lateral-direita, utilizando jogadores de outras posições para suprir a falta.
A recuperação de Aderlan está sendo acompanhada de perto pelo departamento médico do Santos, que adota uma abordagem cautelosa para garantir seu retorno em plena forma. A expectativa é que ele esteja apto para voltar aos treinos no segundo semestre, dependendo da evolução de sua reabilitação.
17. Souza (Santos)
O volante Souza, do Santos, enfrentou uma lesão na sindesmose do tornozelo em 2025, que o afastou dos gramados por um período considerável. Sua ausência foi sentida no meio-campo santista, que perdeu uma de suas principais peças na marcação e na saída de bola.
Durante sua recuperação, o Santos teve que adaptar seu esquema tático, promovendo jogadores da base e ajustando o estilo de jogo para compensar a falta de Souza. Essas mudanças impactaram o desempenho da equipe, que enfrentou oscilações nos resultados.
Souza retornou aos treinos após completar o ciclo de fisioterapia e recondicionamento físico, sendo gradualmente reintegrado ao elenco principal. Sua volta é considerada fundamental para o equilíbrio do meio-campo do Santos.
18. Cadu (Atlético-MG)
O atacante Cadu, do Atlético-MG, sofreu uma ruptura do ligamento cruzado em 2025, uma das lesões mais graves enfrentadas por jogadores nesta temporada. A contusão exigiu cirurgia e um longo período de recuperação, afastando-o dos gramados por vários meses.
A ausência de Cadu foi um desafio para o ataque do Atlético-MG, que perdeu uma de suas principais promessas ofensivas. O clube teve que adaptar seu esquema tático, promovendo jogadores da base e ajustando o estilo de jogo para compensar a falta.
A recuperação de Cadu está sendo acompanhada de perto pelo departamento médico do Atlético-MG, que adota uma abordagem cautelosa para garantir seu retorno em plena forma. A expectativa é que ele esteja apto para voltar aos treinos no segundo semestre, dependendo da evolução de sua reabilitação.
19. Rodrigo Ely (Grêmio)
O zagueiro Rodrigo Ely, do Grêmio, sofreu uma ruptura do ligamento cruzado em 2025, uma das lesões mais graves enfrentadas por jogadores nesta temporada. A contusão exigiu cirurgia e um longo período de recuperação, afastando-o dos gramados por vários meses.
A ausência de Rodrigo Ely foi um desafio para a defesa do Grêmio, que perdeu uma de suas principais referências no setor. O clube teve que improvisar na zaga, utilizando jogadores de outras posições para suprir a falta.
A recuperação de Rodrigo Ely está sendo acompanhada de perto pelo departamento médico do Grêmio, que adota uma abordagem cautelosa para garantir seu retorno em plena forma. A expectativa é que ele esteja apto para voltar aos treinos no segundo semestre, dependendo da evolução de sua reabilitação.
20. Sergio Rochet (Internacional)
O goleiro Sergio Rochet, do Internacional, sofreu uma fratura na mão em 2025, que o afastou dos gramados por um período considerável. Sua ausência foi sentida na meta colorada, que perdeu uma de suas principais referências defensivas.
Durante sua recuperação, o Internacional teve que adaptar seu esquema defensivo, promovendo goleiros da base e ajustando o estilo de jogo para compensar a falta de Rochet. Essas mudanças impactaram o desempenho da equipe, que enfrentou oscilações nos resultados.
Sergio Rochet retornou aos treinos após completar o ciclo de fisioterapia e recondicionamento físico, sendo gradualmente reintegrado ao elenco principal. Sua volta é considerada fundamental para a estabilidade defensiva do Internacional.
Conclusão
O alto número de lesões em 2025 levanta um alerta importante para todos os envolvidos com o futebol brasileiro. Os clubes precisam investir mais em prevenção, acompanhamento médico e recuperação adequada, enquanto a organização do calendário exige revisão urgente. Os jogadores, por sua vez, pagam o preço de um sistema que exige performance máxima em condições muitas vezes desfavoráveis.
A lista dos atletas mais afetados mostra que ninguém está imune: sejam veteranos ou jovens promessas, todos estão suscetíveis ao desgaste físico. A saúde dos jogadores deve ser tratada como prioridade, não só pelos clubes, mas por todas as entidades que organizam o esporte no país.
Que a temporada de 2025 sirva como ponto de partida para uma mudança necessária, com mais atenção à integridade física dos atletas e menos pressão por resultados a qualquer custo. O torcedor quer ver seu time completo em campo, mas, acima de tudo, deseja ver seus ídolos saudáveis.